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Mapear o ecossistema de inovação mineiro foi o desafio do CEO da Startup Commons, Oscar Ramirez, em cinco dias de encontros com lideranças de iniciativas com tecnologia de potencial para impactar a produção agropecuária do estado. Ao término dos trabalhos, ele apresentou, na sede do SISTEMA FAEMG, prévia do diagnóstico que será divulgado pelo Sistema CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

Entre as principais considerações apontadas por Oscar, estão a falta uma visão em 360 graus de todo este ecossistema e a importância de haver sinergia entre as instituições envolvidas na missão de levar tecnologia para o campo. “A maioria dos atores deste ecossistema está desconectada, o que impede uma colaboração real e atrapalha o desenvolvimento da inovação no agronegócio”, afirmou Ramirez.

Outro ponto levantado por ele é a importância de se entender todas as fases de evolução de uma startup. Segundo Ramirez, isso ajudará no momento de decidir se tal empresa de base tecnológica está pronta para ser acelerada para ajudar na produção rural ou receber investimento.

Culturalmente, Ramirez apontou a deficiência para se formar alunos empreendedores dentro das instituições de ensino. “A adoção eficiente de tal metodologia fomenta o mercado, pois ensina o aluno a empreender e inovar e, assim, colaborar para o crescimento gradativo do ecossistema de inovação”, disse.

Sobre a relação da tecnologia com os produtores rurais, Oscar Ramirez destacou a importância de conscientizar o micro e pequeno produtor rural de que a fazenda é “um empreendimento”. Segundo ele, este é o ponto de partida para que agricultores e pecuaristas não criem restrições quanto a implementação tecnológica em seu solo.

Por fim, Oscar Ramirez concluiu que Minas Gerais é um diamante em produtos: “Existem grandes centros de pesquisas, universidades capacitadas e especializadas em gerar inovação para o campo e uma predisposição à adesão da cultura colaborativa. A maior dificuldade está em encontrar uma sinergia no compartilhamento de informações e mapeamento dos projetos inovadores.”

Levantamento nacional

O projeto de estudo nacional dos ecossistemas de inovação passou pelos estados da Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rondônia. Após o diagnóstico nacional, previsto para ser concluído em julho, será estruturado um sistema que permitirá o intercâmbio para detecção dos problemas e busca de soluções, entre iniciativas presentes nos estados participantes.

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