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O programa NovoAgro 4.0, do Sistema FAEMG/INAES, está em busca de empresas que possuam soluções tecnológicas para os impactos causados pela pandemia de coronavírus no agronegócio.

A iniciativa, promovida em parceria com o Governo de Minas e o Sebrae, vai receber propostas de empresas que possuam tecnologias capazes de garantir a eficiência da produção agrícola e o abastecimento da população neste período de crise.


 

Comentário:

O Covid-19 desencadeou uma crise não só na saúde, mas em toda a economia e tem afetado diversos setores da sociedade. Porém, a produção agropecuária não pode parar, pois é necessário garantir o abastecimento e o acesso da população aos alimentos. Nesse sentido, as tecnologias e a inovação são essenciais no que se refere à busca de soluções para o momento.”

Silvana Novaes, superintendente do INAES.


Quais são os desafios?

Buscamos soluções que apoiem o produtor rural na produção e distribuição de alimentos, garantindo o abastecimento e a segurança das pessoas;

As tecnologias devem ser de rápida implementação, adaptação e de alto impacto tecnológico para as cadeias do agronegócio.

As condições de aquisição pelos produtores devem ser facilitadas.

O que oferecemos para as startups?

Conexão entre os diferentes parceiros e entidades do agronegócio para potencializar a entrada no mercado (go-to-market) das startups selecionadas

Conexão com fundos de investimento, rodadas de negócio, mentorias, campanhas de marketing com força de vendas, facilidade para entrada em programas de incentivo e ampla exposição de mídia.

Como participar?

Acesse o link e preencha o formulário: https://forms.gle/xrXATvyZxpJ82B4M8

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O Sistema FAEMG, por meio do INAES, firmou parceria com a FCJ Venture Builder para criar um fundo de investimento em inovações para o agronegócio. O programa NovoAgro.Ventures será lançado no dia 23 de abril, em BH.

A iniciativa funcionará da seguinte forma:

  1. Serão vendidas cotas de investimento para empresas e pessoas. O valor arrecadado será utilizado em novas tecnologias e como apoio para empresas que tenham soluções inovadoras.

Comentários:

“Esta foi a melhor solução encontrada para dar agilidade a projetos de inovação que tragam resultados efetivos para o produtor rural e para toda a cadeia do agronegócio.”

  • Roberto Simões, presidente do Sistema FAEMG

“A Corporate Venture Builder será uma grande oportunidade para buscarmos soluções eficientes com mais agilidade e de ingressar definitivamente nesse novo universo que é a inovação tecnológica, a fim de melhorarmos os processos desde o plantio até a mesa do consumidor.”

  • Breno Mesquita, presidente do INAES/FAEMG

“A venture builder é uma alternativa de melhor custo-benefício para trazer a agilidade e a transformação digital que o agronegócio precisa. Desde 2019, com a retomada do programa NovoAgro 4.0, o INAES tem realizado estudos de modelos e melhores práticas para aproximação com startups. Dentre diversos gargalos identificados, percebeu-se que o acesso à capital é um dos fatores determinantes para a “morte” de startups ou para a exportação de talentos, visto que muitas empresas acabam indo para ecossistemas mais fortes. O foco do fundo de investimento estará em atrair empresas inovadoras para Minas Gerais e apoiar soluções tecnológicas que tornem mais eficiente, produtiva e competitiva toda a cadeia do agro.”

  • Silvana Maria de Novais, superintendente do INAES/FAEMG

“O modelo de licenciamento do Corporate Venture Builder tem como objetivo ser uma alternativa de aproximação das grandes empresas com as startups, saindo dos modelos tradicionais de aceleração e reunindo alguns pontos chaves: planejamento e visão de curto, médio e longo prazo; portfólio gerenciado, modelo de governança corporativa de uma holding.”

  • Paulo Justino, CEO e Fundador da FCJ Venture Builder
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O Brasil possui o maior rebanho bovino comercial do mundo, com 215 milhões de cabeças, e é o maior exportador de carne bovina, com uma participação de 21% no mercado internacional. Mas estes resultados podem ser melhores com o aprimoramento do sistema de rastreabilidade.

Neste contexto, em 2020, o Sistema CNA/Senar, por meio do AgroUp, lança a série “Desafios Tecnológicos”, para mapear e validar soluções inovadoras para solucionar os gargalos do setor agropecuário. E o primeiro desafio será desenvolver novas tecnologias para identificação individual de bovinos.

Conheça mais sobre o Desafio Tecnológico da Rastreabilidade Bovina.

Veja o edital aqui

Inscreva-se aqui

Roteiro de pitch

 

Fonte: CNA

Imagem:  Dalízia Aguiar/Embrapa

 

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Ministra destaca que política é importante para modernizar campo e facilitar acesso de produtores às inovações tecnológicas

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) se reuniu hoje (28) com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para discutir medidas para ampliar a conectividade no campo.

O secretário de Telecomunicações do MCTIC, Vítor Elísio de Menezes, explicou a base legal de instrumentos e iniciativas da pasta que podem contribuir para a implantação de uma política de conectividade no campo. Essa é uma demanda do Mapa e será formulada pelos dois ministérios. A ministra observa que essa política é muito importante para avançar na modernização do campo e ampliar o acesso dos produtores às inovações tecnológicas.

“É importante priorizar áreas rurais de utilização mais intensa de tecnologia”, avaliou a ministra Tereza Cristina ao ressaltar a necessidade de contemplar não apenas os grandes produtores, mas também os de médio e pequeno porte. Participaram também da reunião os secretários de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, e de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio.

Com o leilão do 5G, previsto para o último trimestre deste ano, a cobertura com banda larga móvel deverá abranger pelo menos 945 aglomerados rurais, envolvendo inclusive projetos de assentamento e aldeias indígenas. Dentro desse pacote, apresentado pelo MCTIC, está também a cobertura de banda larga móvel em rodovias federais, com atendimento a propriedades vizinhas. Para o secretário de Telecomunicações, é importante evitar a sobreposição de políticas públicas e ressaltou que, no cenário tecnológico atual, é importante conectar não só as pessoas, mas o campo. “O investimento prioritário é o campo conectado”.

Estudo encomendado pelo Mapa à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) para mapear a situação da conectividade rural mostra que menos de 4% do território nacional é conectado à internet e que há uma demanda por pelo menos 5.600 antenas para melhorar a oferta de banda larga no país. O documento está em fase de validação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Recursos  

Para a execução da política de conectividade rural, uma das ideias em estudo é a utilização de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que arrecada, por ano, em média, R$ 1,6 bilhão. Esses recursos, atualmente, só podem, de acordo com a legislação, ser utilizados para a expansão da telefonia fixa.

Está em tramitação no Senado Federal um projeto de lei (PL 172) que altera a legislação de criação do fundo para permitir a aplicação de seus recursos inclusive na área de telefonia móvel. Prevê ainda que administração do Fust será feita por um Conselho Gestor, com a participação do Mapa.

O foco, de acordo com a proposta apresentada pelo MCTIC, são as áreas rurais em torno de 350 mil hectares produtivos e com maior retorno.

Texto extraído do site do Ministério da Agricultura

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