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Você sabe o que é pitch? Ou tem dúvidas sobre como fazer? O termo que também pode significar "discurso de elevador", é muito utilizado no universo das startups. Trata-se de uma apresentação rápida e atraente, sobre um produto, serviço ou empresa. 

Baixe o e-book, produzido pelo programa Novo Agro 4.0 do INAES, e anote 10 dicas valiosas para vender suas ideias!

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Com o objetivo de reunir a comunidade AgTech de Minas Gerais e promover reflexões sobre como os principais avanços tecnológicos podem revolucionar o agronegócio brasileiro, criamos o AgroTalks: um evento mensal com doses de conhecimento e networking para os diversos elos da cadeia.

No dia 23/3 (terça-feira) às 19h temos um encontro no Youtube do Sistema FAEMG para falar sobre agricultura digital com grandes nomes do mercado.

Participam da live:

Paulo Henrique
Engenheiro agrônomo
Professor da UFLA
Coordenador de Incubadora da PROEC/UFLA


Samuel Campos
Mestre em Engenharia Florestal
Diretor da Vega Monitoramento
Head da Agência UFLA de Inovação

Moderador:
Flávio Amaral
Jornalista e analista de Inovação do Sistema FAEMG/SENAR/INAES

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O presidente do Sistema FAEMG/SENAR/INAES/Sindicatos, Roberto Simões, participou do AgEvolution Talks: Federações Inovadoras, promovido pelo Canal Rural. Participaram, também, os presidentes das Federações da Bahia (FAEB), Humberto Miranda, e do Mato Grosso (FAMATO), Normando Corral. O encontro foi mediado pelo editor-chefe do AgEvolution, Daniel Azevedo.
 
 
Roberto Simões
(Presidente do Sistema FAEMG/SENAR/INAES/Sindicatos)

 
“Não é possível continuar o processo agrícola sem inovação. Estamos passando por mudanças, e aquele produtor que não se preparar ficará à margem do negócio.”

 “Vejo a Assistência Técnica e Gerencial como uma inovação imprescindível. No caso do leite, temos pequenos produtores que, com dois, três anos de acompanhamento, aumentaram bastante a produção, e com qualidade.”
 
 “Temos um problema severo: 75% do meio rural não têm boa conectividade, por isso precisamos atualizar e modernizar o agro.”

 “Os problemas das Federações são comuns. Mas estamos solucionando-os. Um deles: os jovens estavam distantes das questões rurais. Promovemos encontros entre eles e os produtores, criamos o NovoAgro 4.0 e desenvolvemos ações, como os hackathons, mas nos deparamos com startups caindo no vale da morte, por falta de financiamento. Nos unimos com a FCJ Venture Builder para criar um fundo de investidores para as agtechs. E, assim, estamos trabalhando para desenvolver as soluções.”
 
“Temos que avançar juntos com outros setores, para que a evolução seja para todos. Queremos expandir as ações e conectar cada vez mais.”


Veja a live na íntegra. Clique aqui:

 

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A Flanders Make, empresa da região de mesmo nome na Holanda, concilia drones, câmeras e software para fazer a contagem com alta precisão de morangos desde o céu.

A solução foi criada em cooperação com o Centro Experimental de Cultivo de Frutas e substitui a contagem manual para prever o rendimento da colheita de morangos com até três semanas de antecedência.

“Nós coletamos imagens aéreas dos cultivos de morango e nosso algoritmo analisa as imagens e conta o número de frutos e/ou flores que são visíveis. Ao comparar com contagem manual durante nossa pesquisa, podemos determinar o número real de flores com muita precisão e muito rapidamente”, disse Rob Heylen, pesquisador da Flanders Make.

Segundo a empresa, um fator importante para o sucesso da aceitação de novas aplicações de drones no mundo dos negócios é o uso de inteligência artificial.

Essa tecnologia computacional permite que os drones realizem tarefas de forma totalmente independente ou analisem o material de imagem coletado na velocidade da luz.

“Os drones realizar tarefas demoradas que as pessoas ainda hoje fazem manualmente, de forma completamente autônoma e com a ajuda da inteligência artificial”, disse.

Flanders Make também desenvolveu drones que contam o estoque automaticamente em um depósito ou o número de outras flores e frutas em uma área agrícola para fazer uma previsão de colheita.

“É muito vantajoso ter dados confiáveis para negociar com os clientes com antecedência e estimar quantos recursos são necessários para o trabalho de colheita”, explica.

A tecnologia também ajuda no gerenciamento de estoque a uma velocidade capaz de conta 4 metros de estantes a cada segundo. Desta forma, todo um corredor de um grande armazém pode ser inventariado em apenas alguns minutos.

“Nós desenvolvemos um robô voador em nosso próprio laboratório de drones que pode escanear o estoque em um depósito de forma completamente autônoma em dois níveis, a partir do QR Code, para inventários”, finalizou Jeroen Zegers, também pesquisador da Flanders Make.

ESCRITO POR DANIEL AZEVEDO DUARTE I AGEVOLUTION

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